CHINA E EUA SÃO APOSTAS PARA RENDA SUBIR 25% EM 2016, APÓS ANO NEGATIVO
Em um ano iniciado com expectativa de faturamento recorde de US$ 8 bilhões, os embarques de carne bovina fecharam 2015 com receita de US$ 6 bilhões, por 1,4 milhão de toneladas, baixas respectivas de 17% e 10% contra 2014.
Antes, o setor não contava com retrações que viriam de grandes compradores como a Rússia, Venezuela e Hong Kong. A retomada dos negócios com a China, obtida em junho, chegou tarde para salvar o ano, mas figura entre as principais apostas para uma recuperação do segmento, ao lado dos Estados Unidos, com uma projeção mais modesta de atingir US$ 7,5 bilhões em 2016, alta de 25%.
Durante a divulgação do balanço anual, ontem (10), o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Antônio Jorge Camardelli, disse a jornalistas que os brasileiros precisaram se adequar às novas necessidades dos importadores, oferecendo cortes alternativos para não perder completamente o share em momentos de crise. "Em um país que vendíamos 40 mil toneladas, continuar vendendo pelo menos 15 mil é algo positivo", cita o executivo sobre a situação dos russos, cujos embarques despencaram 57,59% em receita e 45,5% em volume. A justificativa está nos conflitos políticos, na desvalorização cambial, além da diminuição dos valores do petróleo e gás.Em um ano iniciado com expectativa de faturamento recorde de US$ 8 bilhões, os embarques de carne bovina fecharam 2015 com receita de US$ 6 bilhões, por 1,4 milhão de toneladas, baixas respectivas de 17% e 10% contra 2014.
Antes, o setor não contava com retrações que viriam de grandes compradores como a Rússia, Venezuela e Hong Kong. A retomada dos negócios com a China, obtida em junho, chegou tarde para salvar o ano, mas figura entre as principais apostas para uma recuperação do segmento, ao lado dos Estados Unidos, com uma projeção mais modesta de atingir US$ 7,5 bilhões em 2016, alta de 25%.
Durante a divulgação do balanço anual, ontem (10), o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Antônio Jorge Camardelli, disse a jornalistas que os brasileiros precisaram se adequar às novas necessidades dos importadores, oferecendo cortes alternativos para não perder completamente o share em momentos de crise. "Em um país que vendíamos 40 mil toneladas, continuar vendendo pelo menos 15 mil é algo positivo", cita o executivo sobre a situação dos russos, cujos embarques despencaram 57,59% em receita e 45,5% em volume. A justificativa está nos conflitos políticos, na desvalorização cambial, além da diminuição dos valores do petróleo e gás, conforme noticiado pelo jornal DCI.
Fonte: Diário do Comércio e Indústria